Aprendi com o tempo a voar sobre a breve brisa da noite em silêncio.

Aprendi a deixar a natureza em mim trocar de asas tantas quantas vezes fossem necessárias para dar conta de todos os ventos contrários que sopravam sobre mim.

Necessito de pouco, muito pouco, para que seja eu mesma em carne e osso! Minha alma se alimenta de pequenos versos e de poesias inundadas da alma de quem as escreveu. Das tintas distintas do olhar negro da noite que jamais se perdeu.

De gestos mansos, da falta de arrogância, do amor puro e verdadeiro. De risos certeiros de sorrisos inteiros. De bocas que falam a verdade de corações que carregam piedade. Da seriedade elegante de mentes brilhantes.

De mãos entrelaçadas em preces, de gente que cresce! Da doçura e da liberdade da cavalgada da vida. De estar viva depois de tanto e de tudo. De ainda poder queimar a luz do sol e poder sorrir ao céu.

De avistar um novo caminho e saber que ele todo meu!

Juliana – Poemas Autorias


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