Dar-se conta de cada mínimo detalhe… não sei sobrar tempo, não sei o que fazer com ele, mesmo quando poderia descansar. A última vez que estive na frente de um notbook foi há muito tempo… ele não era desta cor, não era este, e eu não era esta. Ao fundo sem muita explicação tocam algumas músicas que faziam parte de muitos dos meus escritos da época… me pergunto se desaprendi de escrever ou estou me cobrando mas do que posso. Só sei definir o vazio por de trás dos meus óculos.

É deslocado, infeliz, nauseante, preocupado, indignado com o vazio alheio, triste por presenciar (quem) é que chuta o cachorro morto quando você mais precisa e qual o tamanho da maldade alheia……… ok, resumo feito. Há no silêncio da minha alma um par de olhos de leão que espreita e ao menor toque lhe devora uma mão inteira.

E eu sei que é de dentro desse Leão que alguma coisa está renascendo em mim…

Depois… só depois que ele matar e devorar todos os fantasmas que fizeram mal a mim.

“ai, daquele que tocar na MENINA dos meus olhos” Zc 2:8


Deixe um comentário