Na verdade não dói… mas nosso ego nos faz acreditar que sim!

Até que, as circunstâncias nos obrigam a abraçar a nossa fatia de interesses e intenções verdadeiros e essa fatia caríssimos, nem sempre é, ou esta às claras.

Ainda mais aos interessados no bolo inteiro!

O que quero dizer é… que tem quem se benza no cântaro da coragem! E tem quem se lave na tina coletiva da covardia. 

Tanto tempo se perde nessa dúvida atroz, que todo ser humano já vivênciou por diversos motivos e por inúmeras situações na vasta (experiência) de vida de cada um….

Que ficamos nos perguntando, porque isso ainda acontece? Porque temos a nobre mania doentia de complicar tudo…

Mas se todos nós soubéssemos de antemão, como é libertador ser o monstro da história, ninguém mais sacrificaria um segundo sagrado sequer da sua evolução tentando provar ser o…” bonzinho”  pra mais ninguém!

Quando você escolher ser bonzinho(a) para os outros, pode apostar que você abriu mão de ser bom consigo mesmo! Escolher ser o vilão da história é descobrir que a dor tão evitada não passa de um tiro no ombro…

Vai te derrubar no chão! Dói… no começo, deixa de importar no meio e não mata no final! E quando você levanta, você nota… que se você soubesse….

Teria escolhido… dar o tiro! Pois quando o preço da liberdade vale muito mais que a bala… você mesmo puxa o gatilho! E isso não é sobre matar ninguém!

É sobre ter atitudes dignas e decentes.

Juliana – Sunrise Projeto Terapêutico Para Mulheres


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