Se toda mulher acreditasse na sua força interior e o quanto ela é curativa e benéfica ao seu entorno. Teríamos muito mais a viver e conceber em todos os campos da vida e em todos os aspectos a servir de exemplo às novas gerações.

Mas a doutrina é outra…

O escárnio, a mutilação da alma, o definhar dos sorrisos, a subjugação da própria força que deveria ser usada em benefício próprio e acaba sendo drenada para gerir a vida de terceiros. 

Porque a gerações a nossa obrigatoriedade é a do: Cuidado e zelo com os demais.

Seria muito louvável se a dedicação de tantas de nós fosse recíproca.  Mas não o é, na maioria das vezes…

Nascemos com uma forca invisível no pescoço na hora em que a ” parteira” diz… é menina!

Você nasceu com o fardo de não cuidar de si por primeiro, mas de todos antes de ti mesmo! E só se sobrar tempo … aí sim! Depois de todos os ” afazeres ” concluídos que hoje em dia são… MAIORES e não MELHORES. Onde estamos trabalhando mais que muito homem, para tentar ( arranhar) um espaço que ainda não é nosso.

Só depois de tudo pronto…. tu podes parar e cuidar de ti!

E chamar isso de direitos das mulheres!?

Qual é o direito?

–  que mais nos ENTORTA do que nos valoriza!

A quantidade de mulheres adoecidas da alma e do coração, nessa busca desenfreada da conquista do (quase nada) com o abismo do ( assumir tudo pra si)!

Ainda bem que o que nos salva é um caminho mais leve que vem sendo planejado e plantado de forma mais silenciosa e promissora, na minha opinião. Por uma nova leva de mulheres que enxerga um pouco mais além.

A cura! Está vindo do: “um passo atrás” para dar um salto inteiro para frente!

Essas novas mulheres voltadas a espiritualidade não usam o salto embaixo dos pés.  Usam embaixo das alavancas discretas da própria alma…

Se curando … curam gerações inteiras… anteriores e recém chegadas. E com isso, o TODO QUE NOS É DEVIDO.

Vem por mérito e merecimento.  Energias de gloria e consciências universais se apresentam de forma leve e mágica. Sem a necessidade de colocarmos mais um cabresto em nossos pescoços em busca de uma liberdade que no frigir dos ovos se tornou cárcere!

Para muitas que hoje assumem todos os papéis sem serem as protagonistas da própria história deixo um pedido…

Lutemos por curar nossas feridas de dentro para fora ao invés de tentar conseguir mais um elixir que ameniza as dores mas causa efeitos colaterais de longo prazo.

Lute para SE curar!

Juliana – Sunrise Projeto Terapêutico para Mulheres


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